Pilares da transição
O início de toda transição. O Brasil já reúne conhecimento técnico e valioso sobre o uso de bioinsumos – microrganismos, extratos naturais e compostos biológicos que trazem vida de volta ao solo. Mais do que substituir químicos, eles reconstroem o equilíbrio do sistema.
A agricultura orgânica exige variedades adaptadas a solos vivos e biodiversos. O desafio agora é promover o melhoramento e a seleção genética voltados não apenas à produtividade, mas à resiliência e interação com o ambiente, incorporando práticas como a rotação genética e a utilização de plantas de cobertura.
Adaptação de maquinário para um sistema de policultivos anuais, buscando manejo de uma diversidade de plantas de serviço que são necessárias para manutenção de um sistema sempre vivo e sempre verde sem o uso intensivo de soluções químicas.
A água é o insumo central da agricultura, e sua disponibilidade depende de paisagens vivas capazes de capturar, infiltrar e reter esse recurso. Cuidar de nascentes, áreas de preservação e reservas legais não é apenas cumprir uma obrigação ambiental — é garantir resiliência hídrica, produtividade e a continuidade da própria agricultura.
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